PoéticaUma Noite Kaváfis Postado Por Raí T. Rio 19 de julho de 2013 Postado Por Raí T. Rio 376 Era o quarto vulgar e miserável, escondido no andar de cima da taverna suspeita Da janela avistava-se o beco, um beco imundo e estreito. Lá de baixo, vinham as vozes de alguns operários que jogavam às cartas, divertindo-se. Você pode se interessar por este post A Alma dos Velhos Ali, num leito reles, ordinário, eu tive o corpo do amor, desfrutei-lhe dos lábios rosados e sensuais toda a ebriez – tal ebriez dos lábios róseos, que ainda agora, ao escrever, tantos anos depois, nesta casa vazia, eu de novo me embriago. Tem alguma opinião? Compartilhe sua reação ou deixe um comentário rápido — adoraríamos saber sua opinião! 0 1 0 0 0 0 Kaváfis Compartilhar 0 FacebookTwitterWhatsappEmail Comentar Deixe um comentário Cancelar resposta Post Anterior Na Rua Próximo Post Jura Você também pode gostar destes posts Carta Ao Que Se Foi Jura O Meu Alentejo